Há dias que são tão complicados
Dias em que as preocupações não nos largam, os prazos e as obrigações também não, em que as contas para pagar nos perseguem como leões famintos e desejosos de nos devorar inteiros.
Dias que começam às 7.30 para só acabar às 2.30 da madrugada seguinte, fazendo-nos perder a calma, a tranquilidade, da possibilidade de disfrutar do "estar" com aqueles que gostamos.
Vai-me dando cada vez mais graça a moda do empreendedorismo, juro que sim. É tão bom, tão bonito e tão fácil fazer e acontecer.
Mas é para os outros...
É tão injusto a conversa do, "então, qual vai ser o próximo projecto?", como se não fosse tão difícil ter chegado até aqui, manter a funcionar, fazer resultar...
O território é adverso, perde gente de dia para dia, quando são exatamente as pessoas que fazem tudo girar. O país está em modo adverso, e localmente , sabe Deus...nem o ano de eleições faz lembrar os do poleiro que há solicitações a responder, há coisas importantes a tratar, antes se dão beijinhos a velhinhos que resultam em pleno, para quê perder tempo com quem não vota em nós...para quê perder tempo com pessoas a quem já tirámos tudo...
Dói ver o que me rodeia. Dói ver a dificuldade de quem realmente merece e luta como eu para se manter à tona de água, enquanto outros por quem passo todos os dias não têm noção do que custa ganhar o dia a dia, o chegar ao final dê cada mês. Não sabem o difícil que é não ter quem nos ponha o salário na conta...
Há quem mereça, mas há tantos que não...há tantos que se queixam por nada...
Já não vou conseguindo ter paciência e tolerância, há dias que não consigo ter paciência para os xicos espertos, para quem não cumpre, não é sincero, quem pedincha sem dar nada em troca, quem copia, quem prejudica. Tento acreditar que quem faz mal aos outros recebe em dobro... mas tarda, tarda tanto,..
Lembro-me do dia em que estive num programa de televisão e quando cheguei a casa e liguei o computador li qualquer coisa parecida a esta frase, vinda de uma pessoa que eu não conheço nem nunca falou comigo:
- Parabéns Catarina, é preciso trabalhar mas também é preciso ter dinheiro...
Lembro-me da maldade e da inveja que está por detrás deste comentário. Esta pessoa, que eu já esqueci o nome, não me conhece, nunca trocou duas palavras comigo. Mas ainda assim, e porque eu apareci contente e feliz num programa de televisão, acha que tem visão raio X para a minha conta bancária, acha-se no direito de menosprezar a luta que eu travo todos os dias.
Porque eu sei que tenho muita sorte. Que tenho muito, que estou no meu caminho e só preciso continuar em frente, afastando o que não interessa. Mas caramba, hà dias que são tão complicados, que desabafar é a única solução...mesmo que não se conte da missa a metade.
Dou voltas e voltas e tentar encontrar soluções, a tentar ajudar quem eu sei que merece, a sonhar no fundo...porque sonhar alivia o peso dos dias.
E agora siga, que ainda há muita coisa para fazer hoje...
sexta-feira, 19 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Festa!
Fim de semana de festa por aqui!
Fim de semana a provar que a iniciativa privada faz, acontece, e faz bem!
Primeiro o festival de cinema do mundo de Marvão. Três dias em que estive sempre presente, primeiro nas sessões da noite e depois na sessão infantil, três dias em que à conta dos pequenos merceeiros fiquei com três filmes por acabar pois tive que sair mais cedo devido ao rebuliço.
Vê-se mais tarde, paciência.
Filmes interessantes e bem escolhidos, sem esquecer as crianças, cenários de sonho (anfiteatro da Portagem em noite de verão com vistas para o castelo iluminado), espetáculos paralelos, comida africana, e um montão de outros pormenores que diferenciam.
Depois uma noite na Beirã, na estação onde já não passam comboios mas renasce a vida para um jantar muitíssimo bem servido pelo recém inaugurado restaurante "Sabores de Marvão", com fado interpretado por artistas locais e dança flamenca pela nossa boa vizinhança com Espanha.
A apresentação do projecto Train Spot, uma guesthouse com muito nível do casal Lina e Eduardo que está quase, quase a abrir.
Casa cheia! Gente!
Tão bom de ver.
Claro que os apoios suportam e ajudam muita coisa, mas a iniciativa está lá, e por isso o mérito é inquestionável! Por momentos esquecemos que o poder local só sabe reproduzir o já feito ou lançar semanas gastronómicas. Por momentos, e pela mão de quem está cá para ficar, para mostrar, para resistir.
Parabéns a todos!
domingo, 14 de julho de 2013
Repartir
Entrou uma família de quatro. Pais e duas filhas pequenas.
Eram brasileiros e os brasileiros são quase sempre simpáticos e conversadores. Confirmei isso mesmo.
O pai comprou uma boleima de castanha com uma moeda de um euro. Quando ia entregar o troco de 10 cêntimos a filha mais velha estendeu a mão e entreguei-lhe a moeda.
A filha mais pequena ficou triste. Pedi:
- Dás-me a moeda de volta?
Ela deu.
Abri a caixa e tirei duas moedas de 5 cêntimos que entreguei a cada uma delas.
Ficaram contentes.
O pai disse:
- Também é mãe. E de dois filhos.
- Dois a caminho dos três.
Com pouco nos entendemos e conhecemos.
Eram brasileiros e os brasileiros são quase sempre simpáticos e conversadores. Confirmei isso mesmo.
O pai comprou uma boleima de castanha com uma moeda de um euro. Quando ia entregar o troco de 10 cêntimos a filha mais velha estendeu a mão e entreguei-lhe a moeda.
A filha mais pequena ficou triste. Pedi:
- Dás-me a moeda de volta?
Ela deu.
Abri a caixa e tirei duas moedas de 5 cêntimos que entreguei a cada uma delas.
Ficaram contentes.
O pai disse:
- Também é mãe. E de dois filhos.
- Dois a caminho dos três.
Com pouco nos entendemos e conhecemos.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Quando nasce um menino, é sempre Natal
Nasceu na semana passada.
Há sete anos que não nascia um bebé em Marvão (vila)...
Que a chegada da Sofia seja um sinal de esperança e renovação.
A Mercearia não podia deixar de oferecer uma prendinha, como que a dizer: Bem-vinda sejas!
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Crónicas da Vida na Aldeia – A má língua
Soube hoje de um episódio triste. Eu às vezes tenho para mim
que na aldeia também sou um pouco outsider (e ainda bem) e por isso só venho a
saber das coisas muito tarde. Enquanto ouvia a história, contada pela “personagem
principal” não conseguia deixar de rir, porque no fundo é uma história insólita.
Os pormenores pertencem a quem de direito e o processo ainda
está em curso pois envolve as autoridades, mas resumindo, não passa de um mau
entendido! Uma daquelas histórias que parece de filme pelo caricato que
significa e que confiando no bom senso de todos, se há-de com toda a certeza
resolver.
Mas ele há os
episódios insólitos e os episódios insólitos que acontecem em contexto de
aldeia. E isso, senhores, faz toda a diferença. Porque quando se escolhe viver
numa aldeia escolhe-se viver em comunidade, com todo o mau e o bom que isso
acarreta.
Por mais que uma pessoa tente viver para si, na aldeia, não
se consegue. Por uma razão ou por outra, tarde ou cedo, acaba por ser vítima de
boatos e falatórios. Ele é porque é de fora, porque se veste de forma diferente,
porque os filhos levam sandálias para a escola enquanto os outros usam ténis,
porque não vai à missa, porque sai cedo de casa ou entra tarde, porque deixa
crescer ervas daninhas no quintal ou porque comeu demasiados doces no natal e engordou.
Agora imaginem: Uma cachopa nova que veio de fora com a
família para iniciar um negócio novo! Que se veste de forma descontraída porque
passa os dias metida numa obra e isso o exige. Imaginem que esta cachopa tem
queda para se meter em “filmes” insólitos e por uma imprudência se vê “apanhada”
pelos guardas enquanto come um gelado descansadamente com o filho ali para os
lados da Portagem….isso……é um prato…é tudo o que as dondocas que frequentam as
mesas do café precisam para começar o chorrilho de mentiras, mal discência e
muita, muita mesquinhez. Carradinhas de mesquinhez.
É que eu tenho muito mais medo das más línguas da aldeia do
que tenho dos senhores guardas. Muito mais! (até porque quanto aos guardas até
casei com um). É que nas aldeias se concentram muitas pessoas que não entendem
que o mundo é muito maior do que o morro de Marvão, que a vida é muito mais
complexa do que contam o Goucha e a Cristina nas manhãs da TVI e que a forma
como a vizinha estende a roupa no estendal, só por ser diferente da sua, não é
assim tão grave.
É nesses momentos que cai em nós que há mesmo pessoas más,
com mau fundo, com rancor no coração e principalmente na língua. Destas, só
pena, muita pena, porque tarde ou cedo, sofrerão em dobro aquilo que fazem os
outros.
O problema é ter que
enfrentar essas pessoas todos os dias nos cafés, na mercearia, ou quando se
levam os filhos à escola. Porque é assim a vida na aldeia, vivida em
comunidade. É ter que as encontrar nas festas
e ter que cumprimentar, ou quando as coisas já estão irremediavelmente
azedas, ignorar, com a altivez de quem tem a verdade do seu lado.
É ser maior do que a mesquinhez das más línguas da aldeia. É
difícil, tão difícil…
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Em resposta ao post do Tiago Pereira
Tiago
Eu tenho consciência que de vez em quando desce em mim a
bruxa má que neste caso se olhou ao espelho e disse:
- Espelho meu, espelho meu, há festa mais bonita do que
aquela em que eu participava?
Tudo o que vem a seguir tem uma mistura injusta de verdade e
exagero, explicada pelo meu amor ao dia e ao evento, aos meus filhos e às
minhas hormonas saltitantes. Passado um dia, já não teria disparado em todas as
direcções como fiz. Alguns tiros manteria em mira, outros não.
Eu reconheço o teu empenho e esforço, bem como o do Jorge
Rosado, o do Américo, o do Hernani, o do Filipe Ferreira e tantos, tantos
outros. Tu sabes que sim! É por isso que tenho estas pessoas que nomeei como
amigos. É por isso que estou desertinha de ir para Marvão viver com as rapas e
ver aí crescer os meus filhos, nessa terra de vista lindas e pessoas complicadas
(que o é! Como tão bem disse a Marília ontem no meu post)
Beijinhos
terça-feira, 4 de junho de 2013
O Dia da Criança de Marvão 2013
Se há dia em que ninguém tem direito de falhar é no dia da criança.
Não dá, é impossível, este dia é-lhes devido, é delas.
E falhou-se, no dia da criança de Marvão (na minha singela opinião, claro, que vale o que vale)
Comecemos pela análise do dia: Dia da Criança comemorado no dia 4 de Junho. Como? Porquê? Porque dá jeito aos adultos? Nem dia 31 ou 3?Adiante que nem é o mais importante.Certo...
Depois a escolha do espaço: O Castelo de Marvão!
Um espaço sem grandes sombras e com pouca água, exatamente o oposto do local onde antigamente se comemorava esta data, o centro de lazer da Portagem.
Porquê? sei lá, nem quero saber...
Depois vem as questões das rapas. A mais obvia! Vieram em massa no domingo, fizeram estragos na segunda feira. Não sabiam que também as haveria na terça com o calor a manter-se? É óbvio que sim, e com elas o extra dos mosquitos. Mantiveram os planos com a teimosia própria de quem não quer dar o braço a torcer... e o burro é o que anda a pastar lá pelo albacar?
Não é!
Andou-se a espalhar "produto" na segunda feira à noite! Lindo, mesmo lindo, mesmo que vinte mil especialistas me digam que o "produto" é inofensivo, eu quero os meus filhos num espaço onde este foi espalhado há menos de 24 horas?
Nem respondo...não preciso...
Depois as brigas, as briguinhas de comadres! Aqui entra a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia e a direção do Centro Cultural. Quem tem razão?
QUERO LÁ SABER!!!!
Os senhores que briguem nos outros dias do ano, têm portanto imenso tempo para o fazer, mas neste não! Este não é o vosso dia seguramente, este é o dia dos que sonham, dos que acreditam em magia, nos que acreditam no poder de fazer o bem!
Basicamente o que eu sei é que estragaram o dia! Que às 12 horas estavam as crianças a abalar no autocarro para a Portagem.
Acabo com o programa: a educadora da minha filha teve a amabilidade de mo mostrar. Entre outras coisas eu li: Treino Físico; Treino de Tiro; Treino Militar...
M-E-D-O
Ainda ontem comentávamos ao jantar: A blusa deste ano devia então ser com padrão camuflado, se é para levar as criancinhas para a guerra...
Mas não, aí não, exagero meu! As actividades tinham a ver com a temática medieval, de jogos bélicos/tradicionais...vá enfim, bem enquadrados no castelo...E havia gente trajada a rigor, e uma associação/empresa a supervisionar...
Longe vai o tempo do trabalho de equipa entre funcionários da Câmara, em que tudo era pensado, sonhado, executado com a prata da casa...longe vai o tempo...
Se a minha filha me vai dizer que gostou do dia? É obvio que sim, isso é o mesmo que perguntar a quem tem pouco se não ser um pedacinho de alguma coisa...
Deixar uma criança contente não é difícil...
Agora os pais...agora esta mãe... isso são outros quinhentos, e esta mãe aqui não gostou! Nada! E diz com todas as letras!
Porque esta mãe desde que o é, que se envolve, que participa, que está presente nas listas das Associações de Pais. Porque esta mãe quer saber!
E por isso mesmo não aceita para os seus nada menos do que o melhor!
PORQUE NÃO É ESTE O LEGADO!
O legado do dia da criança de outros tempos não são produções milionárias e estrondosas, é tão simplesmente AMOR, DEDICAÇÃO, EMPENHO, É DAR O MELHOR POR ELES.
E isso foi exatamente o que falhou. Preocuparam-se antes em brigar, lançar comunicados, dizer mal uns dos outros, deixando o que importa para trás!
Shame on you, meus senhores, shame on you
TODOS! Sem nomear ninguém, porque lá nisso, portaram-se todos da mesma maneira.
E desculpem lá se chateio alguém com este texto, desculpem lá se exagero. Acreditem que não é por maldade. É que eu estava aqui na loja de manhã e apesar dos mosquitos abri um pouquinho a porta quando ouvi o hino.
Era a minha voz...mas já não era, entendem...já não é esta a minha festa. A minha, agora, é vivida através da alegria dos meus filhos. Porque tudo o mais, fizeram por tirar-me.
Para um ano um conselho...vivam mais o dia, vivam-no a brincar, pensem-no como...uma criança!
Vai correr bem melhor
Não dá, é impossível, este dia é-lhes devido, é delas.
E falhou-se, no dia da criança de Marvão (na minha singela opinião, claro, que vale o que vale)
Comecemos pela análise do dia: Dia da Criança comemorado no dia 4 de Junho. Como? Porquê? Porque dá jeito aos adultos? Nem dia 31 ou 3?Adiante que nem é o mais importante.Certo...
Depois a escolha do espaço: O Castelo de Marvão!
Um espaço sem grandes sombras e com pouca água, exatamente o oposto do local onde antigamente se comemorava esta data, o centro de lazer da Portagem.
Porquê? sei lá, nem quero saber...
Depois vem as questões das rapas. A mais obvia! Vieram em massa no domingo, fizeram estragos na segunda feira. Não sabiam que também as haveria na terça com o calor a manter-se? É óbvio que sim, e com elas o extra dos mosquitos. Mantiveram os planos com a teimosia própria de quem não quer dar o braço a torcer... e o burro é o que anda a pastar lá pelo albacar?
Não é!
Andou-se a espalhar "produto" na segunda feira à noite! Lindo, mesmo lindo, mesmo que vinte mil especialistas me digam que o "produto" é inofensivo, eu quero os meus filhos num espaço onde este foi espalhado há menos de 24 horas?
Nem respondo...não preciso...
Depois as brigas, as briguinhas de comadres! Aqui entra a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia e a direção do Centro Cultural. Quem tem razão?
QUERO LÁ SABER!!!!
Os senhores que briguem nos outros dias do ano, têm portanto imenso tempo para o fazer, mas neste não! Este não é o vosso dia seguramente, este é o dia dos que sonham, dos que acreditam em magia, nos que acreditam no poder de fazer o bem!
Basicamente o que eu sei é que estragaram o dia! Que às 12 horas estavam as crianças a abalar no autocarro para a Portagem.
Acabo com o programa: a educadora da minha filha teve a amabilidade de mo mostrar. Entre outras coisas eu li: Treino Físico; Treino de Tiro; Treino Militar...
M-E-D-O
Ainda ontem comentávamos ao jantar: A blusa deste ano devia então ser com padrão camuflado, se é para levar as criancinhas para a guerra...
Mas não, aí não, exagero meu! As actividades tinham a ver com a temática medieval, de jogos bélicos/tradicionais...vá enfim, bem enquadrados no castelo...E havia gente trajada a rigor, e uma associação/empresa a supervisionar...
Longe vai o tempo do trabalho de equipa entre funcionários da Câmara, em que tudo era pensado, sonhado, executado com a prata da casa...longe vai o tempo...
Se a minha filha me vai dizer que gostou do dia? É obvio que sim, isso é o mesmo que perguntar a quem tem pouco se não ser um pedacinho de alguma coisa...
Deixar uma criança contente não é difícil...
Agora os pais...agora esta mãe... isso são outros quinhentos, e esta mãe aqui não gostou! Nada! E diz com todas as letras!
Porque esta mãe desde que o é, que se envolve, que participa, que está presente nas listas das Associações de Pais. Porque esta mãe quer saber!
E por isso mesmo não aceita para os seus nada menos do que o melhor!
PORQUE NÃO É ESTE O LEGADO!
O legado do dia da criança de outros tempos não são produções milionárias e estrondosas, é tão simplesmente AMOR, DEDICAÇÃO, EMPENHO, É DAR O MELHOR POR ELES.
E isso foi exatamente o que falhou. Preocuparam-se antes em brigar, lançar comunicados, dizer mal uns dos outros, deixando o que importa para trás!
Shame on you, meus senhores, shame on you
TODOS! Sem nomear ninguém, porque lá nisso, portaram-se todos da mesma maneira.
E desculpem lá se chateio alguém com este texto, desculpem lá se exagero. Acreditem que não é por maldade. É que eu estava aqui na loja de manhã e apesar dos mosquitos abri um pouquinho a porta quando ouvi o hino.
Era a minha voz...mas já não era, entendem...já não é esta a minha festa. A minha, agora, é vivida através da alegria dos meus filhos. Porque tudo o mais, fizeram por tirar-me.
Para um ano um conselho...vivam mais o dia, vivam-no a brincar, pensem-no como...uma criança!
Vai correr bem melhor
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